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[16.04.2008]
Jovens do Sertão: um esforço coletivo de organização
Verônica de Jesus e Vladson Silva contam como a participação no movimento social, em especial no Coletivo de Jovens de Serrinha, trouxe melhores expectativas de vida. Os jovens, agricultores familiares, trabalhavam apenas para garantir o sustento da família e hoje conscientizam a juventude para que seja mais participativa e conquiste seus direitos.
 
[09.01.2008]
Comunicar é preciso
Pensando em como ajudar os agricultores do município de Araci a quitarem as mensalidades, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais criou em outubro de 2007, o Plano de Expansão Sindical (PSIN), que tem como objetivo identificar o número de inadimplentes e renegociar a dívida em 80%. Para a divulgação desse plano e das demais atividades, o sindicato tem investido em ações de comunicação, como a produção de dois programas de rádio  e jornal mural que tem reaproximado os associados.
 
[26.09.2007]
Uma vida dedicada à organização das mulheres
A última edição da série Histórias de Vida mostra o relato de Madalena dos Santos, moradora do município de Araci e integrante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais (MMTR). Madalena não teve a oportunidade de estudar e começou a trabalhar cedo. Em 1980, quando conheceu o MOC, percebeu uma nova perspectiva em sua vida no momento que iniciou um trabalho educativo com as mulheres da região, mostrando a elas como se organizar e lutar por seus direitos.
 
[19.09.2007]
A história de quem venceu através da educação
A série História de Vidas dessa semana traz o relato de uma educadora que venceu profissionalmente e pessoalmente ao participar das experiências da Jornada Ampliada do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e do Projeto Baú de Leitura: Ivonete Carneiro Amorim. De início ela era uma monitora que timidamente foi vencendo barreiras e conquistando espaços.
 
[14.09.2007]
Juventude conscientizada – A terra prometida está aqui
Como a maioria dos jovens da zona rural, Davi Andrade, morador de Tucano, tinha o sonho de terminar os estudos e ir para São Paulo em busca de novas perspectivas. No entanto, através do trabalho de Juventude, desenvolvido pelo Programa de Políticas Públicas do MOC, o jovem descobriu que a terra prometida está aqui. 
 
[10.09.2007]
“Comunicar para socializar as necessidades da região”
Esse é o trabalho de Camila Oliveira, integrante da Agência Mandacaru de Comunicação e Cultura e protagonista da segunda edição da série Histórias de Vida, lançada em comemoração aos 40 anos do MOC. A jovem explica como o envolvimento com a entidade causou mudanças significativas em sua vida, garantindo a participação nos espaços de discussão política que estimulam o desenvolvimento da região.
 
[05.09.2007]
“O MOC foi minha escola e minha família“
São 40 anos do MOC e muitas vidas têm histórias que praticamente se confundem com a da instituição. É o que poderá ser conferido a partir dessa semana na Série Histórias de Vida, onde as pessoas falam das suas experiências com o MOC após conhecê-lo. A primeira delas conta a história do agricultor familiar Antônio José Gonçalves de Souza, presidente da Cooperativa de Crédito Rural em Serrinha, que há 30 anos tem contato com o trabalho desenvolvido pelo o MOC e revela o que mudou na sua vida a partir daí.
 
[01.08.2007]
PETI e Cabra Escola transformam vidas no semi-árido
Casal de trabalhadores rurais do município de Riachão do Jacuípe conta orgulhosos como ações do PETI e do Cabra Escola contribuem com a mudança de vida no semi-árido baiano. “Hoje nós tomamos água de qualidade, aproveitamos a água da chuva para fazer os trabalhos por causa da cisterna que construímos com ajuda da família PETI. Espero em Deus que a família PETI nunca acabe", é a frase que expressa o sentimento do casal.
 
[11.07.2007]
Agentes de Família formam elo de ligação entre sindicato e comunidade
Mesmo não existindo nos demais municípios, o Projeto Agente de Família ainda é uma realidade em Riachão do Jacuípe. Atendendo à 10 comunidades, os 10 agentes mantidos pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município realizam um importante trabalho, que tem como objetivo principal informar as famílias contempladas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, acompanhado a regularidade das crianças na jornada ampliada.
 
[04.07.2007]
Provedoras de água do Semi-Árido baiano
Para melhorar a qualidade de vida das famílias do Semi-Árido baiano e gerar renda, trabalhadoras rurais dos municípios de Teofilândia, Retirolândia e Lamarão constroem cisternas e fornecem água de qualidade para as comunidades. Essa iniciativa financiada pelo Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) da Articulação do Semi-árido Brasileiro (ASA), atendeu nos três últimos meses a mais de 200 pessoas com a construção de 60 cisternas em Teofilândia.
 
[09.05.2007]
Seguindo em frente
Sítio demonstrativo em Araci revela que com persistência e técnicas simples é possível encontrar alternativas viáveis de convivência com o semi-árido. O sistema de cisternas calçadão e barragem são exemplo de como famílias da Comunidade da Baixa, a 30km do município já fazem uso da água armazenada e começam a colher os primeiros frutos.
 
[14.02.2007]
Comunitária de verdade
No sertão baiano, a Contorno FM de Capim Grosso é modelo de uma rádio democrática com jornalismo comunitário de qualidade. Com muita dedicação os integrantes da rádio tem enfrentado desafios como a falta de apoio cultural. Nessa matéria eles contam que mesmo com as dificuldades o espaço reservado para a participação da população deve ser garantido.
 
[18.10.2006]
PETI: Excluindo o trabalho infantil, formando cidadãos
O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) tem reduzido consideravelmente o índice de trabalho infantil no Brasil. O programa na Bahia foi implementado inicialmente na Região Sisaleira com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e hoje é uma referência nacional. Crianças com até 15 anos de idade são assistidas por este programa, porém quando completam 16 anos de idade, as crianças que até então recebiam a bolsa auxílio do PETI não podem mais ser assistidas pelo programa. Núbia da Silva, Daniela Mercês e Tainá Santos revelam o que mudou em suas vidas após a saída.
 
[05.08.2006]
Plantando e colhendo saberes agroecológicos
No Sertão da Bahia um pequeno sítio do município de Teofilândia está se destacando na implantação de novas técnicas e práticas de produção da agricultura familiar agroecológica. O produtor Antônio Pintado atua de forma planejada, praticando um estilo de agricultura sustentável que garante o sustento de sua família. O sítio já virou referência como espaço para a troca de saberes entre agricultores da região.
 
[02.08.2006]
Abelhas: Operárias do Sertão
Produzidos pelas abelhas, o mel é um alimento rico e energético. Porém, toda essa riqueza acabava se perdendo nos pastos do sertão pela falta de informação sobre o manuseio das técnicas de apicultura ou de meliponicultura. O MOC em parceria com o grupo de Pesquisa Insecta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia vem promovendo o desenvolvimento das duas atividades no Território do Sisal e agora se estendendo para o território da Bacia do Jacuípe.
 
[25.07.2006]
Mãos que mudam vidas
O Artesanato do Sisal tem mudado a vida de dezenas de mulheres na Região Sisaleira da Bahia, como Lídia Oliveira Lopes, 58 anos, conhecida como Dona Santinha que há oito anos, desenvolve com sua simplicidade bolsas e acessórios para o lar. Atualmente através da Cooperafis as peças produzidas já podem ser encontradas no Sul e Sudeste do País.
 
[19.07.2006]
Terra e trabalho para os deserdados do Sertão
Desempregados, meeiros e trabalhadores rurais estão conquistando terra, trabalho e dignidade através do Programa Nacional de Crédito Fundiário. Confira a reportagem sobre dois grupos que começam uma nova vida em cima da própria terra, contando com o apoio e a capacitação do MOC.
 
[29.12.2005]
Produção diversificada, sustento garantido
O exemplo da família de Celso Avelino e Maria Alzamira, da comunidade rural de Santa Rosa no município de Barrocas, mostra que é possível produzir de modo sustentável e diversificado no semi-árido, contando com assistência técnica, acesso a crédito e possibilidades de comercialização da produção.
 
[09.09.2005]
Uma educação que valoriza o povo do sertão
Melina e Tainá, duas adolescentes de Valente na região sisaleira da Bahia, que já passaram pelas mazelas do trabalho infantil, contam as suas experiências em iniciativas que valorizam os saberes do povo do campo e promovem uma educação com qualidade. Projetos como o CAT, a Jornada Ampliada do PETI e o Baú de Leitura mostram caminhos para um sertão diferente.
 
[15.03.2005]
Tesouro escondido em Retirolândia na Bahia
A quatro quilômetros da sede do município de Retirolândia tem "um tesouro escondido". O tesouro de quem mora no sertão é a água da chuva que pode ser retida e preservada para os longos períodos de seca que caracterizam a região. Completando três anos de experiência com uma barragem subterrânea, Manoel Ferreira de Santana, de 60 anos, é um dos poucos produtores da sua comunidade que não precisam de cesta básica e da "frente produtiva" para sobreviver nos períodos da seca.
 
[17.12.2004]
JAPES re-constrói saberes e experiências do semi-árido
Na III JAPES - Jornada Avaliativa de Projetos Econômicos, Educativos e Sociais que aconteceu de 15 a 17 de dezembro em Feira de Santana, os mais de 200 participantes puderam conferir e debater algumas das expriências que estão mudando a realidade do semi-árido baiano.
 
[30.08.2004]
O sabor do sucesso
Um grupo de mulheres da Região Sisaleira faz sucesso com um tempero produzido de maneira artesanal. Recentemente, os potes do "Tempero Prosperar" passaram a ser vendidos nas lojas da "Cesta do Povo", rede de mercados populares na Bahia.
 


 

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